
Com a Reforma Tributária, empresas optantes pelo Simples Nacional passam a ter uma nova escolha em relação ao IBS e à CBS. Essa decisão pode mudar a dinâmica tributária e comercial do seu negócio — e o prazo para agir já começou.
IBS e CBS permanecem dentro do DAS, no recolhimento unificado do Simples Nacional.
A empresa escolhe como quer recolher IBS e CBS a partir de 2027.
IBS e CBS são recolhidos pelo regime regular, fora do DAS, com apuração de créditos e débitos.
Essa é a primeira e mais importante coisa a compreender. No modelo híbrido, a sua empresa permanece no Simples Nacional para todos os demais tributos. Apenas o IBS e a CBS passam a ser apurados e recolhidos pelo regime regular — fora do DAS.
Empresa continua no Simples Nacional.
↓ IBS + CBS dentro do DAS, no recolhimento unificado. Nenhuma mudança na forma de pagamento atual.
Empresa continua no Simples Nacional.
↓ IBS + CBS fora do DAS, apurados pelo regime regular, com dinâmica de créditos e débitos.
A Receita Federal descreve exatamente dessa forma: no híbrido, a empresa permanece no Simples para os demais tributos, enquanto IBS e CBS seguem as regras do regime regular. É uma mudança cirúrgica — não uma saída do Simples.
Diferente dos tributos atuais do Simples, o IBS e a CBS operam com uma lógica de débitos e créditos. Isso significa que parte do imposto que sua empresa paga nas compras pode ser utilizada para reduzir o imposto devido nas vendas — e vice-versa.
IBS e CBS permanecem no recolhimento unificado. A dinâmica de créditos não se aplica da mesma forma — o imposto é calculado sobre a receita bruta, de forma simplificada.
IBS e CBS passam ao regime regular, permitindo apuração plena de débitos e créditos. O crédito que sua empresa gera pode ser aproveitado por quem compra de você.
A Receita Federal estabeleceu prazos claros para que empresas do Simples Nacional possam exercer sua escolha. Entender essa linha do tempo é essencial para não perder a oportunidade.
Período de opção pelo regime regular de IBS e CBS para o 1º semestre de 2027.
Prazo para cancelamento da opção, caso a empresa decida não prosseguir com o híbrido.
Nova oportunidade de opção, conforme regulamentação vigente, para o 2º semestre de 2027.
Quem não fizer a opção até 30 de setembro mantém automaticamente o IBS e a CBS dentro do Simples no primeiro semestre de 2027. O silêncio tem consequência — e ela precisa ser consciente.
Essa é a pergunta que todo empresário do Simples Nacional deve estar fazendo agora. E a resposta honesta é: depende. Não existe uma resposta universal porque cada empresa opera de forma diferente — com clientes diferentes, fornecedores diferentes e volumes de compra e venda distintos.
A decisão entre Simples Puro e Híbrido começa com duas perguntas fundamentais sobre a operação do seu negócio:
Seus clientes são consumidores finais ou outras empresas? O perfil do seu cliente muda completamente o peso do crédito tributário na equação.
Seus fornecedores estão em regimes que geram créditos de IBS/CBS? O volume e a origem das suas compras afetam diretamente o aproveitamento de créditos.
A forma como sua empresa apura o IBS e a CBS não afeta apenas o imposto que você paga — ela pode afetar a atratividade comercial da sua empresa para quem compra de você.
Quando você vende para o consumidor final, o crédito tributário tem menor relevância comercial. O comprador não aproveita créditos — ele apenas paga pelo produto ou serviço.
Quando você vende para outras empresas, o crédito de IBS/CBS pode passar a ter importância na decisão de compra do seu cliente. Uma empresa que gera crédito pode ser preferida a outra que não gera.
O lado das compras é tão importante quanto o lado das vendas na análise entre Simples Puro e Híbrido. Quatro perguntas essenciais sobre os seus fornecedores:
Volume de compras relevante significa mais oportunidade de crédito a ser aproveitado no regime regular.
Fornecedores em regime regular (Lucro Real, Lucro Presumido) tendem a gerar créditos de IBS/CBS que podem ser aproveitados no Híbrido.
Nem toda compra gera crédito aproveitável. É preciso mapear quais aquisições se enquadram nas regras de creditamento do IBS/CBS.
O crédito gerado precisa ser comparado com o débito apurado para entender o impacto financeiro real da escolha.
Responda mentalmente a cada afirmação abaixo. Quanto mais itens se aplicarem à realidade da sua empresa, maior a chance de o Híbrido merecer uma análise aprofundada.
Minha base de clientes é predominantemente B2B, e o crédito tributário pode influenciar a decisão de compra dos meus clientes.
Já recebi ou posso receber questionamentos de clientes sobre a geração de créditos de IBS/CBS nas notas fiscais.
Minha empresa realiza compras significativas de insumos, mercadorias ou serviços que podem gerar créditos aproveitáveis.
Compro de empresas em regime regular — Lucro Real ou Lucro Presumido — que tendem a gerar créditos de IBS/CBS.
O imposto tem impacto relevante na formação do meu preço ou na minha margem de lucro, e qualquer otimização faz diferença.
Vale a pena fazer a conta. Isso não significa que o Híbrido será melhor — significa que a sua empresa merece ser analisada antes de qualquer decisão.
O Simples Puro pode continuar sendo a opção mais adequada. Mas só uma análise com os números reais da sua empresa pode confirmar isso com segurança.
Projeções genéricas têm um limite. Tabelas comparativas têm um limite. Artigos sobre a Reforma Tributária têm um limite. O que realmente responde a essa pergunta são os números da sua própria empresa — clientes reais, fornecedores reais, compras e vendas reais.
Uma estimativa baseada em dados históricos pode indicar uma direção — mas carrega incertezas e simplificações que podem levar a uma conclusão equivocada.
Clientes, fornecedores, compras, vendas, créditos e débitos — tudo medido mês a mês, com a realidade operacional do seu negócio como base.
Um acompanhamento especializado de 3 meses que entrega uma conclusão técnica baseada nos seus próprios números — não em médias de mercado.
Não estamos propondo que você simplesmente escolha o Híbrido. Estamos propondo que você tenha números para escolher.
Durante três meses, a equipe tributária da Kronn acompanha os dois cenários considerando a realidade da sua empresa. Você não toma uma decisão baseada em suposições — você toma uma decisão baseada em evidência.
Análise feita com os dados reais da sua empresa — não com médias ou estimativas genéricas de mercado.
Equipe tributária especializada acompanha os dois cenários mês a mês ao longo do período de análise.
Ao final, você recebe uma conclusão técnica clara para embasar sua decisão sobre manter ou cancelar a opção pelo Híbrido.
A Análise Assistida da Kronn foi estruturada para coincidir exatamente com a janela de decisão aberta pela Reforma Tributária — do diagnóstico inicial em setembro até a conclusão técnica em novembro, dentro do prazo de cancelamento.
Análise inicial do perfil tributário e operacional da empresa. Avaliação dos clientes e fornecedores. Formalização da opção pelo regime regular junto à Receita. Início do acompanhamento mensal.
Cálculo tributário real com base nas operações do mês. Mapeamento de clientes, fornecedores, créditos e débitos de IBS/CBS. Comparativo entre os dois cenários. Apresentação dos resultados preliminares.
Novo cálculo com o acumulado dos dois meses de acompanhamento. Comparativo consolidado Simples × Híbrido. Conclusão técnica embasada. Decisão sobre manutenção ou cancelamento da opção — dentro do prazo legal.
A Análise Assistida vai muito além de comparar alíquotas. Ela mapeia a realidade operacional e comercial da sua empresa para entregar uma conclusão que faça sentido para o seu negócio — não para um negócio parecido com o seu.
Classificação B2B e B2C, relevância do crédito para a cadeia, impacto comercial da escolha no relacionamento com clientes.
Análise do volume de vendas e da apuração de débitos de IBS/CBS em cada cenário — Puro e Híbrido.
Mapeamento das compras e dos fornecedores, identificação dos que geram créditos aproveitáveis de IBS/CBS no regime regular.
Comparativo entre carga tributária efetiva nos dois cenários e avaliação do impacto na margem, no preço e na competitividade comercial.
da mensalidade fixa contábil, com investimento mínimo mensal equivalente a 20% do salário mínimo vigente.
Setembro + Outubro + Novembro
3 pagamentos mensais. Sem surpresas, sem permanência além do período de análise.
O valor cobre todo o trabalho técnico do período — do diagnóstico inicial à conclusão fundamentada em novembro.
Formalização da opção pelo regime regular junto à Receita Federal.
Monitoramento mensal dos dois cenários com os dados reais da empresa.
Comparativo técnico entre Simples Puro e Híbrido mês a mês.
Parecer final embasado para orientar a decisão definitiva da empresa.
É justamente para descobrir isso que criamos este acompanhamento.
A dúvida mais frequente é: "E se eu optar pelo Híbrido e não compensar?" Essa é exatamente a pergunta que a Análise Assistida responde — com os seus próprios números, ao longo de três meses, dentro do prazo legal para cancelamento.
A análise não usa médias de mercado. Usa os dados reais das suas vendas, compras e operações para calcular o impacto efetivo nos dois cenários.
A equipe tributária da Kronn acompanha mês a mês — não apenas no início. Você tem um parceiro técnico durante toda a janela de decisão.
Ao final de novembro, dentro do prazo para cancelamento da opção, você recebe uma conclusão técnica clara e fundamentada para embasar sua decisão.

Não escolha no escuro.
Nós fazemos a conta. Você toma a decisão.
Esta proposta foi construída para que o cliente percorra uma jornada natural de entendimento — do desconhecido à decisão fundamentada. Cada etapa prepara a próxima.
A Reforma abriu uma escolha sobre IBS e CBS para empresas do Simples.
Simples Puro e Híbrido — dois caminhos dentro do mesmo regime.
Sim. O Híbrido não significa sair do Simples Nacional.
Porque afeta clientes, fornecedores e competitividade comercial.
Depende do perfil da sua empresa — o termômetro ajuda a avaliar.
A Análise Assistida entrega a conclusão técnica com os seus números reais.